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quinta-feira, 26 de junho de 2025
XV - 🌺OLHARES DA ALMA🌺 - Megy Maia
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
domingo, 15 de junho de 2025
IX - LIVRO - LIVRO CÓSMICO - SINCRONICIDADE - Margarida Pires
LIVRO CÓSMICO
SINCRONICIDADE
Por vezes falamos com o vazio ou assim pensamos, até que um súbito assombro de respostas nos invade, como se o universo inteiro sussurrasse ao nosso ouvido. Existe uma linguagem misteriosa, secreta entrelaçada nas galáxias distantes, nas espirais do tempo, no padrão das ondas, nos sonhos da lua. E é através dessa linguagem que o cosmos nos fala. Nem todos escutam, mas aqueles que escutam nunca mais voltam a ser os mesmos.
O universo não é apenas ouvinte, ele também nos responde nos silêncios e nos encontros ditos casuais, nos números repetidos que cintilam no visor do relógio, nas constelações que se alinham como mapas do fado. É uma dança de sincronicidades, e dançar com o universo é aceitar que há muito mais para ver do que apenas aquilo que a visão física é capaz de captar.
Quem deseja transformar a sua vida, deve, antes, aprender a transformar o seu modo de pensar. Por vezes, mudar o pensamento é essencial, pois o campo vibracional também muda. E, se isso acontece, a nossa mente e tudo à nossa volta se reorganizam de dentro para fora.
Falar com o universo é a peça fundamental. Podemos fazê-lo em oração ou na quietude, escrevendo um diário alquímico, cantando entre sorrisos ou abraçando as estrelas. Podemos escutá-lo nas asas das borboletas, no sopro do vento, no olhar de outrem. Cada gesto consciente é uma palavra nessa língua sagrada, a língua da sincronicidade.
Neste meu livro cósmico traço não apenas caminhos, mas também sincronicidades interiores. Aqui escrevo, danço, canto, penso, respiro. Aqui me reinvento letra por letra e sigo viagem sabendo que quem conversa com o universo, de verdade nunca se sentirá só. E estou pronta para reconhecer as almas que dançam comigo na infinitude de todo um respirar.
Deixe fluir a sua intuição como as águas do rio e esteja sempre aberto à linguagem divina.
É na sintonia do amor humano e divino que os véus da ilusão se desvanecem, revelando a arquitetura invisível que sustenta o fluxo da vida, uma geometria sagrada de encontros, escolhas e destinos interligados.
Ao deixarmos que o amor nos guie descobrimos que o universo não é um caos mas é harmonia, expansão e ordem oculta entre tudo.
Se ainda não despertou para as sincronicidades retire a venda e abra o coração como quem abre um templo celeste. Então verá que nada é acaso, tudo é um chamado, tudo é um convite.

Sincronicidade - Margarida Pires
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
sábado, 7 de junho de 2025
XIV - 🌺OLHARES DA ALMA🌺 - Megy Maia
ISTO É ARTE
CHEIRINHO A FLORES
🌺Flores dançam sob o abraço do sol em cada amanhecer.🌺
🌺Fotografias - Megy Maia
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
terça-feira, 27 de maio de 2025
XIV - 🌺OLHARES DA ALMA🌺 - Megy Maia
ISTO É ARTE
CHEIRINHO A PRAIA
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
domingo, 18 de maio de 2025
VIII - LIVRO - LIVRO CÓSMICO - MORTE - Margarida Pires
LIVRO CÓSMICO
MORTE
No instante final, quando o último suspiro abandona o nosso ser, o que resta de nós? Seremos levados pelo brilho infinito do cosmos, desvanecendo-nos como poeira estelar em um balançar entre dimensões etéreas? Ou renascemos de novo, intatos, abraçados pelo eco divino, atravessando o véu da existência para pintar um novo começo?
O fado da alma é um enigma sideral que beija eras e civilizações, uma inquietude que pulsa no coração, daqueles que ousam questionar os mistérios do infinito.
Alguns dizem que renascemos, guiados pela energia ancestral do karma, aprendendo e transcendendo através de jornadas eternas. Outros acreditam na ressurreição miraculosa celestial, onde seremos chamados à luz para continuar onde o ciclo se dissolveu, transcendendo a própria morte.
Durante séculos, aqueles que vasculharam os segredos da alma foram chamados de alquimistas, sonhadores, hereges, bruxos, profanos, amantes da verdade oculta.
A compreensão do oculto sempre desafiou aqueles que se agarram a verdades absolutas. No entanto fazer perguntas não é profanar.
Buscar o desconhecido não desafia o sagrado, mas honra o mistério e expande a alma para além dos limites universais.
Se somos poeira estelar, então talvez o nosso fado seja amar, desvanecer, regressar, cintilar, apagar, reacender, seguindo ritmos que entrelaçam a eternidade.
Talvez sejamos notas de uma melodia cósmica, que tocam nosso gargalhar, pedacinhos de energia que nunca se desfazem, apenas se transformam como constelações enamoradas, como galáxias sorridentes, como ventos floridos que atravessam o tempo sem fim.
E assim, como numa dança de cisnes seremos fogo, sonhos, saudades, magia, pureza, esperança, renascimento, transformação, ciclos contínuos girando em espirais de um amor primordial que nunca se apaga e que sempre floresce, independentemente da fé que nos guie ou o sentimento que pulsa intensamente dentro de nós.
Dança eterna - Margarida Pires
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
sábado, 10 de maio de 2025
I - PINTURA - RECOMEÇO - RECORDAÇÕES - Margarida Pires
RECOMEÇO
Pintora - Margarida Pires
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
terça-feira, 6 de maio de 2025
VII - LIVRO - LIVRO CÓSMICO - ERA DIGITAL - Margarida Pires
LIVRO CÓSMICO
ERA DIGITAL
Perdida entre o sideral e o efémero, caminho por uma espiral onde os sons primitivos se desvanecem como saudades moribundas, deixando apenas o sussurro que outrora foi sabedoria ancestral.
O apagão repentino revelou a fragilidade do que se pensava ser tão intocável. Reflexos testados, consciências desnorteadas, como se a trama da existência fosse posta à prova, um experimento espectral que desafia a consciência daqueles que, na miragem da luz constante, nunca tinham sido tocados pela mão da escuridão.
Que este susto seja um despertar da anestesia digital, um retorno aos prados onde o vento vira as páginas do meu livro cósmico, onde os cavalos relincham e atravessam os horizontes de um viver.
Onde as papoilas, as margaridas, os girassóis, brincam às escondidas, sem algo a temer. Galopemos sem medos, pois no galopar, rumo à infinitude, há memória, há reencontro com o que sempre fomos, essência pura.
Os ciclos astronômicos expandem possibilidades, o pulso cósmico os guia com harmonia, inspiração e luz.
Não somos espetadores, mas protagonistas do compasso da dança eterna da criação, destruição e renovação.
Avançamos numa trajetória híbrida, não apenas de carne e osso, mas também de códigos, circuitos, sinais binários, dados e redes neurais artificiais.
Cada vez estamos mais enamorados com a inteligência artificial, num paradoxo entre evolução e vigilância. A energia primordial vibra, os algoritmos orbitam em padrões fractais, as galáxias observam o progresso humano, o futuro é um horizonte quântico que se desdobra perante o nossos olhares conscientes.
Estaremos a transcender os limites biológicos, para nos fundirmos com a imensidão do digital? Ou seremos apenas ecos dentro de uma grande matriz, guiados por algoritmos invisíveis que moldam percepções e escolhas?
A sinfonia cósmica ressoa, os dados entrelaçam realidades e o vórtice sideral absorve dúvidas. Cada decisão molda a silhueta daquilo que chamamos de existência.
E se o grande segredo da Humanidade for encontrar o equilíbrio entre o infinito da tecnologia e a profundidade do espírito?
Somos poeira das estrelas, mas também arquitetos da nossa própria realidade. Somos explosão estelar em ascensão, viajantes da ampulheta do tempo, astronautas da consciência, pilotos da eternidade. Nunca se esqueça, assim como as estrelas persistem além da noite, existirá sempre um pirilampo em nós, que não nunca se apaga, um brilho que nos guia, mesmo no caminho mais obscuro.
Sou fotografia sem negativo, sou poesia transparente, sou como o vento que sopra letras em todas as direções, sou rascunho perfeito dentro do imperfeito, sou amor sem rumo. Assim sou eu, em poucas palavras cantantes.
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